Junta vai criar cooperativa com instituições da vila
A Junta de Freguesia de Moreira de Cónegos vai criar uma cooperativa para promover actividades relacionadas com a acção social, animação sócio-cultural e formação. A proposta de criação foi aprovada na última sessão da Assembleia de Freguesia altura em que o Relatório e Contas de 2009 foi aprovado.
A Junta de Freguesia de Moreira de Cónegos vai criar uma régie cooperativa para se dedicar à acção social, animação sócio-cultural e formação. A autarquia espera que esteja a funcionar dentro de dois meses.
Segundo explicou o presidente da Junta, Paulo Renato Faria na última Assembleia de Freguesia a criação de uma cooperativa é um assunto que vinha sendo discutido uma vez que queriam encontrar a “melhor forma de dar resposta a estas iniciativas”. “Há iniciativas que a Junta só pode realizar através de uma cooperativa até devido aos apoios da Segurança Social”, explicou o autarca notando que a criação de uma cantina, uma loja social e formação poderão ser actividades da cooperativa.
O autarca adiantou que serão convidadas todas as associações de Moreira de Cónegos a integrar a cooperativa acrescentando que será também uma melhor forma da vila se envolver “afincadamente” na Capital Europeia da Cultura.
Por outro lado, Paulo Renato adiantou que poderá também, ser uma forma da vila ser “a centralidade de toda esta área”.
Entretanto, ainda na Assembleia de Freguesia, o presidente da Junta informou que o terreno previsto para o alargamento do cemitério terá de ser outro. Segundo explicou no terreno que estava indicado para tal existe uma nascente de água. “Parece que toda a gente a conhece mas não estava referenciada”, disse o autarca esclarecendo que o cemitério tem de ficar a 15 metros de uma linha de água.
Paulo Renato notou que estão a tentar encontrar uma solução esperando trazer uma solução já na próxima Assembleia de Freguesia.
O Relatório e Contas de 2009 foi aprovado com uma abstenção da CDU. O presidente da Junta salientou que a taxa de execução se situa nos 80% apesar de ter sido um “ano difícil”. “É pena que não nos tenhamos aproximado da taxa de execução de 2008”.
O deputado José Costa felicitou a Junta pela taxa de execução alegando conhecer “outras autarquias que não ultrapassam os 60%”.

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